Para quem é o meu trabalho?
Para quem é o meu trabalho?
Acredito que a clareza e a transparência sejam a base de qualquer vínculo de confiança. Para saber se a minha escuta é o caminho adequado para o seu momento, é fundamental entendermos como a psicanálise atua e como ela se difere de outras abordagens de saúde mental:
O Médico Psiquiatra: É o profissional que você deve buscar quando o sofrimento afeta o seu corpo e a sua biologia (insônia grave, crises paralisantes, depressão profunda). Ele atua na química do cérebro e é o único habilitado para receitar medicamentos que estabilizam o organismo.
O Psicólogo: Ideal para quem busca ferramentas imediatas para lidar com o presente, modificar comportamentos ou adaptar-se a novas realidades (como lutos ou mudanças de carreira). O foco costuma ser a resolução de conflitos pontuais e a adaptação ao cotidiano.
O Psicanalista (O meu papel): Eu não atuo prescrevendo remédios nem treinando comportamentos. Meu foco é a raiz do sintoma: o inconsciente. Ofereço um espaço para que você fale livremente e, através da minha escuta, perceba os padrões e as repetições que o mantêm preso ao sofrimento.
Transparência e Responsabilidade Clínica
No Brasil, a Psicanálise é uma profissão de exercício livre e independente. Diferente da psiquiatria ou da psicologia, ela não é regida por conselhos estatais, mas sim amparada por um tripé rigoroso e inegociável: estudo teórico contínuo, análise pessoal e supervisão clínica.
Faço questão de esclarecer isso para destacar a seriedade do meu ofício. Minha prática não é um substituto para tratamentos médicos urgentes, mas um processo profundo de investigação da subjetividade. Todo o meu trabalho é sustentado por mais de 2.500 horas de formação e está rigorosamente alinhado aos códigos de ética das instituições de classe que fiscalizam e certificam a minha atuação profissional (ABRAPSI e ABRATH). O sigilo sobre o que conversamos é absoluto.
Uma abordagem singular: Psicanálise e a Ética Budista
O que torna este espaço diferente é a união da técnica investigativa de Freud com a ética, a quietude e a compaixão de Siddhartha Gautama (o Buda).
Na prática, isso significa que você encontrará o rigor da psicanálise aliado a um ambiente de verdadeira atenção plena. Sou pragmático, mas profundamente acolhedor. Não há pressa, não há julgamentos morais e não há cobranças. Se você busca um porto seguro para olhar para dentro, desatar nós emocionais e construir uma vida mais leve de dentro para fora, minha escuta está à sua disposição.